Diversidade Cultural. Cidadania. Cultura Popular. Semiótica e Interpretação.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Os sonhos comandam a vida!

Trata-se de uma canção popular portuguesa, sobre o "sonho que comanda a vida"...

"Eles não sabem que o sonho
é uma constante na vida,
tão concreta e definida,
como outra coisa qualquer.

[...]

Eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre sedento,
de focinho pontiagudo,
num perpétuo movimento.

[...]

Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida
e que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.


Pode parecer bobagem, mas é da maior importancia. Tudo o que vc sonhou viver é parte de quem vc é, assim como o que ja viveu, o que sabe e o que estudou. Ninguem vai tirar isso de vc. Os seus sonhos são só seus, não devem depender da vontade de outros para acontecerem...embora alguns sonhos envolvam outras pessoas...


Ja parou pra pensar que o mundo esta cheio de pessoas que tb tem sonhos? e que algumas delas, apenas algumas, tem sonhos semelhantes aos seus?


Em 2006 e 2007 entrevistei muitas mulheres empreendedoras sobre o começo delas e suas trajetorias, e isso me chamou muito a atenção, a presenção repetida do sonho e da visão de um futuro melhor, é isso que move as pessoas...pra fazer qualquer coisa.

Nunca esqueci a narrativa de Roze sobre como ela foi reunindo as "mulheres que tinham sonho".

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Women at Work in Britain






"In peacetime Britain women were not treated equally at work. Many jobs were closed to them completely.But by 1915 there was an acute shortage of workers as so many men had gone off to fight. In this situation employers and Trade Unions relaxed their rules and took on women workers." (p.19)[...]

"Women showed they could do many jobs for which they had previously been thought incapable.The national crisis of the war overcame male prejudices as nothing else could. Men were obliged to revise their opinions about whether women should work and what work they could do." (p.20)

"Although many women lost their jobs after the war when soldiers came home, their contribution to the war effort meant that many men had to change their views about women´s equality."

"In 1918 a restricted number of women (women over 30 who were local government electors or married to local government electors, about 60% of all women) gained the right to vote for the first time."

"Although they were paid less than man for the same work, women war workers also enjoyed the freedom which a job and a wage gave them. Even when they lost their jobs after the war, their self-respect and confidence was not lost." (p.20)

Extraído de:
Culpin, C. Making History. London: Harper Collins Publications,1996.


Links:

www.womenatwork.co,uk

Sonho de Pano



Mulheres artesãs de Brasília buscam no Artesanato o desenvolvimento da sua comunidade, e acabam obtendo uma maior integração social, articulação para organizar suas demandas e uma renda regular proveniente dessa atividade.

O “Projeto Sonho de Pano” foi criado por Anita com as mulheres da organização, visando a geração de renda para as mulheres da comunidade, uma das principais demandas do grupo, entre outras propósitos.

“No projeto sonhos de pano são treze mulheres. Treze mulheres que desenvolvem trabalho aqui conosco, que já vivem um pouco dessa renda, são treze mulheres. [...]Tem uns quatro anos. Tem quatro anos que o projeto começou, o sonho de pano, e esse trabalho está sendo desenvolvido a passinho de tartaruga, pois como o Varjão ainda está nesse trânsito de assentamento, então ainda está tendo de ir devagar ainda, até mesmo por que tem que ter assim, um espaço maior para trabalhar com elas, como você vê está aqui na minha sala, mas estamos brigando por um galpão que tem aqui no próprio meu terreno que possa trazer mais mulheres para trabalhar conosco, mas para isso tem que construir o galpão. Nós estamos buscando parcerias para que possa construir para que a gente possa ajudar muito mais pessoas que precisam aqui dentro do Varjão.” (Anita)

Extraído de:
"De Bonecas, Flores e Bordados: investigações antropológicas no campo do artesanato em Brasília". Tese de Doutorado. Brasília, UNB, 2008.